Capítulo 10 - Nova York - Desespero ( Fugir de
si mesmo é algo impossível)
Chegando a Nova York liguei para Willians e expliquei o ocorrido, o mesmo nada
se surpreendeu-se. Avisando então que iria sumir do mapa pedi que avisa-se a
Alex dando o número dela, joguei o celular na rua e vaguei entregando-me em um
amplo despeito onde poderia ver facilmente pelos meus olhos a morte tão próxima,
neles podendo notar que o brilho havia sumido. Nesse fato apodreci em um amplo
leito de luxúrias. Era sustentado por infortunas jogatinas, trapaceando em
todas agora minha fonte de sustendo eu vagava por sombras atormentando pessoas
de almas fracas tendo completo controle de meu corpo sentia que aquela mente
não era a minha, Devo ter passado três meses antes que fugisse novamente devido
a outro ataque súbito quando tomava controle de minhas ações e aparentava um
controle pronto a retornar. O meu tempo em Nova York foi decorrido da seguinte
maneira. Dando entrada em um pequeno hotel vivia apenas com uma cama, um
chuveiro e uma mesa onde eu absorvi um hábito muito incomum e falho de tentar
excruciar essa praga de minha alma escrevendo sobre minha já citada Bahugera,
eu vivia completamente bêbado, entre bares fazendo jogatinas, aproveitando-me
dos fracos conseguindo assim pouco mais de cento e cinquenta dólares por dia.
Era o suficiente para mim nesse momento, não sentia vontade de alimentar-me
tanto que emagreci quase 15 quilos, no decorrer desses um ano e meio. o que
para meu peso já era de mais, eu agora fumava desenfreadamente. Havia tendo
alguns problemas com a polícia local sempre sendo solto com certas
advertências. Pois havia adquirido uma incrível habilidade de mentir e em
cobrir qualquer rastro. Almejava na época que minha habilidade serviu-se para a
minha outra face, mas meus esforços todos em vão.
Minha fuga de Nova York deveu-se a quase matar um policial. Eu vagava quatro ou
cinco da manhã quando um oficial parando-me foi me revistar e encontrou o que
achava ser um artigo roubado. No caso tratava-se de meu Sax acho que foi o
único bem que foi enviado-me por Willians e não sei como. A única coisa que
dizia na carta era que havia sido um pedido de Alex.
-Parado ai.
-O que houve?
- Houve uma denuncia de roubo
-Onde estão seus documentos?
-Não possuo, perdi em um acidente.
Apontando-me a arma pediu que entrega-se a estranha mochila e coloca-se as mãos
na cabeça. Apaguei nesse momento. Devo ter sido tomado em um frenesi, pois
lembro de ouvir um estrondo seguido do odor do sangue. Não sei o que passou com
o policial, mas creio que deus tenha piedade da alma dele, pois onde acordei de
meu transe foi em um avião que estava a caminho de Paris.
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