domingo, 31 de março de 2013

Capítulo 13 - Materializa-se o deus em forma de fera ( A outra face é esquecida)

Capítulo 13 - Materializa-se o deus em forma de fera ( A outra face é esquecida)

Passaram-se cerca de dois ou três meses quando tive minha recaída. Mas agora não se tratava de um acesso de fúria e despersonalização. Fora a minha criação o deus de todos os meus medos em minha mente materializou-se Bahugera. Era março ou junho quando cansado adormecia sobre os escritos de minha fera. Estava frente a frente com o outro que agora com um olhar fraco temia uma sombra desigual em mim. Apontava feito louco e berrava e berrava. Quando vir-me-ei de observei a tamanha criatura que possuía mil braços feito tentáculos, seu anélito frio trazia o odor pútrido de corpos, aterrorizava-me a fera com mil olhos que engolira tudo em tamanho negror. tudo em volta daquele sonho tornara-se morto a ponto de decompor instantaneamente. Amedrontado não conseguia acordar havia esquecido que havia outro de mim. Foi quando em um urro de tamanha fúria que parecia vir além daquele lugar despertei e pude ver a sombra da fera que movia-se de uma forma irregular na frente do espelho. Estava em um transe profundo onde cérebro gritava mexa-se mas nada mexia-se o quarto tornou-se tão frio e como em um filme de horror senti um sussurro tão frio no meu ouvido mas em outra língua diferente de qualquer uma que havia conhecimento até agora.
Não consegui mais dormir nesse dia e quando olhei-me ao espelho notei uma pequena mancha negra com um estranho símbolo em minha mão. Estava tão certo que aquilo era minha criatura que agora tomara vida e sendo temente a minha própria criação liguei ao Ruann que se surpreendeu em saber que estava vivo ainda.
-Ruann?
-Sim quem é?
-Ruann, é o Jhon pode vir aqui em casa?
-Desgraçado você está vivo?
-Ruann, cale a boca e venha logo.
Antes do Ruann chegar preparei uma pequena carta a ele. Deixei a chave com o porteiro especificando que entrega-se a um certo rapaz. Deixando uma foto com ele e fugi para perto dali. Encontrava-me agora em um hotel imundo.

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