Capítulo
17 - Abismo do consciente
Estou
preso em no meu próprio inconsciente não havendo forças para lutar contra
bahugera a mesma agora toma o meu corpo de uma forma tão vil que manipula as
almas desavisadas. Pude observar o que a besta fizera com o desavisado
investigador. Deus tenha piedade da alma dele e rezo para que o mesmo tenha
sobrevivido a este choque horrível. Tudo aqui é imerso em trevas eu mesmo não
sabia o que haveria em minha mente e agora encontro os fatos mais vis de minha
vida e vejo que a mesma não deve ser merecida para alguns os que ocorrem no meu
caso. Não sei quanto tempo tenho de vida em meu corpo que já não responde por
mim mas creio que já esteja morto e esta paz aqui é enlouquecedora, talvez a
morte seja tão calma que seja incapaz perceber o que ocorre de fato. Em uma
forma poética venho interpretar agora o abismo de minha mente.
Trevas e apenas trevas é este desfecho infortúnio da vida
Quem há de expressar toda a loucura de minha ‘lma
Partida entre tantos pedaços desta estranha e vil calma
Abissal que cresce no meu córtex cerebral de forma infida
Trevas e apenas trevas é este desfecho infortúnio da vida
Quem há de expressar toda a loucura de minha ‘lma
Partida entre tantos pedaços desta estranha e vil calma
Abissal que cresce no meu córtex cerebral de forma infida
O frio queima a carne quase morta, mas a alma inane
Absolutamente nada sente, entre as trevas de minha mente
Que grita de forma louca o nome da quimera imanente,
Habitando minha mente que jaz em tremendo pane.
-Toda
alma há de temer a maldição da loucuraAbsolutamente nada sente, entre as trevas de minha mente
Que grita de forma louca o nome da quimera imanente,
Habitando minha mente que jaz em tremendo pane.
Mas aquele que deve ainda mais temer é o artista
Que neste mundo é um poderoso alquimista
A transmutar em si sua quimera vil e impura
Nenhum comentário:
Postar um comentário