Capítulo 18 - Bahugera ritualistica
matearilização
Talvez seja o fim do mundo que tentou sufocar o peito desta terra ou talvez
fossemos apenas fantasias na mente de um louco mas toda desgraçada naqueles
dois meses fora incomensurável.
Dia 4 de agosto hoje fui ao hospital onde Jhon encontrava-se depois de sua
tentativa de suicídio. O estado do hospital era deplorável e ao adentrar no
quarto 52 pude deparar-me com um espelho no teto. notava-se que o paciente
estava amarrado e sedado e no quarto haviam mais algumas pessoas uma mulher.
Cerca de vinte e três anos cabelos acinzentados, vestia um vestido de jeans,
uma espécie de bota. Um homem de vinte e sete anos também um pouco forte,
cabelo raspado e parecia um policial e pude observar em sua cintura um volume
que creio ser a sua arma e por último um médico cerca de trinta e seis anos
chamado Dr.Ribeiro. Sentamos e conversamos sobre o estado do paciente o médico
não conseguia dar qualquer diagnóstico depois de uma bateria de exames. Tão poucos
levaram em consideração o que sabiam sobre o paciente.
Era cerca de nove da noite quando por meio de minhas suspeitas começou o
esperado fato em que eu aguardava tristemente, mas também ansiosamente.
As paredes do quarto começaram a arranhar-se em uma forma vil a medida que o
braço de Jhon debatia-se e inscrições ancestrais do latim para ser mais
precisas começaram a aparecer nas paredes.
Bahugera estava tomando vida.
Adentraram vorazmente no quarto uma equipe de médico e os dois amigos de Jhon
mas tolos tão pouco sabiam que eram em vão. Quando depararam-se a mancha negra
em seu braço crescia agora em uma forma monstruosa tomando parte do seu corpo.
Jhon movia-se em um frenesi louco e falando silabas inteligíveis quando ouviram
um estalar das paredes e notaram que começaram a mofar como se o tempo tivesse
passado de uma forma tão rápida que os olhos humanos não pudessem perceber. Foi
quando deparamos com o espelho no teto e agora era possível ver a Bahugera. Sua
aparência vil e negra, o rosto da mesma ainda oculta em sua forma humana e a
cada movimento dos braços de jhon iam se trasmontando em uma espécie de
tentáculo e agora ela parecia cada vez mais forte.
Passou-se um instante quando o rapaz sacou uma arma e apontou para o rosto de
Jhon, esse foi impedido de disparar pela mulher que segurando o braço chorava
desesperadamente foi quando ouviu-se um urro tão vivido de uma fera a mesma
agora tomava conta do corpo de Jhon e a sua face era negra. O rapaz tentou
disparar, mas em vão não conseguindo solto a arma foi quando Bahugera
libertou-se da maca e urrava vorazmente a fera investiu contra o médico que num
segundo foi partido em pedaços e a fera devora o corpo do mesmo com tamanha
fome. Não demorou um segundo para que a fera investiu-se agora contra o rapaz
quando ouvi três tiro disparados pela mulher mas as balas de nada adiantaram
disparadas contra as costas da fera esta que com uma raiva súbita partia para
cima dela quando decidi agir e desferi um golpe com uma pequena adaga tibetana
no peito da fera que caiu morta.
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