Capítulo 16 - Tentativa de suicídio? A fera
torna-se mais poderosa
Dia três de agosto hoje as quatro ou cinco da manhã houve um chamado de uma
tentativa de suicídio no centro da cidade em um hotel sujo. Sou o investigador
responsável por esse caso. Meu nome é Machado. Cheguei no local cinco e meia da
manhã, toda e qualquer evidência superficial fora queimada, a vitima em estado
de choque foi levada a um hospital psiquiátrico. Um fato que não foi revelado
ao público era uma tremenda mancha preta em seu corpo sem qualquer diagnóstico
não se sabe a origem desta enfermidade. A seguir nesse relatório segue a ordem
do ocorrido.
Cheguei cinco e meia da manhã em um motel no centro, o lugar fedia a urina e
era típico de uma escória em especial, apresentando minha identificação tive
acesso ao local, que estava em escombros e notava-se apenas a voracidade do
fogo. Não há qualquer outra evidência que sujeite um homicídio mas algo não
encaixa-se. A vitima de nome Jhon C... Possuía vinte e sete anos, compositor e
um jovem músico de uma área erudita da música. O mesmo sobreviveu a possível
tentativa de suicídio o corpo por incrível que pareça não apresenta queimadura,
mas sendo sufocado pela fumaça quase veio a falecer a caminho do hospital por
volta de cinco e vinte da manhã. Não há nada que possa ser evidência nesse
lugar onde tudo se encontra em ruínas a única coisa que encontrei em um acaso
da sorte foi um vestígio de papel queimado com certa caricatura e contendo
algumas palavras inteligíveis, entre os esforços em vão decidir ir para a delegacia,
onde tentava conectar os fatos sem sentidos ocorridos ali. Uma vitima jovem
tenta o suicídio, mas sobrevive, um pedaço de papel com o traço de uma
caricatura e um rabisco inteligível.
Exausto decidi ir para casa esperando que o dia trouxe-se algumas respostas e
que a vitima acorda-se do choque, chegando mal retirei as roupas e adormecia
quando despertei de um sonho estranho em que ouvia a vitima que mal conhecia
dizer para que fugi-se e nada mais. Acordei com o telefone tocando era do
hospital relatando que a vitima havia acordado cerca de vinte minutos atrás.
Tomei uma ducha peguei um café e dirigi até lá.
Dirigi-me até o quarto cinquenta e dois onde o paciente se encontrava, mal
conseguia falar era como não houve-se forças em sua alma.
-Olá, Jhon consegue ouvir-me?
Acenando com a cabeça respondeu um sim.
-Sou o investigador Machado, responsável pelo seu caso.
-Poderia dizer o que aconteceu aquela noite?
Acenando respondeu novamente um sim.
Esperei cerca de cinco minutos ele nada respondeu algum tempo depois pediu um
papel e uma caneta e escreveu. "- Você não acreditaria, pensaria que sou
um louco."
-Você pode tentar?
Escrevendo novamente propôs me um acordo traria um espelho e o penduraria no
teto assim seria mais fácil acreditar. Não havendo outro meio decidi concordar.
Fui até uma loja e comprei um espelho como o pedido cerca de dois metros de comprimento e três de largura. No caminho
de volta pensava no que estava fazendo. Chegando lá pendurei o mesmo no teto
entregando-me um papel escrito.
-Tão pouco com a sua ciência e seu conhecimento do universo não há de acreditar
no que essa pobre alma deitada há de dizer, então venho no meio da visão
conectar a sua investigação.
Meu nome é Jhon, ou melhor, era, hoje estou fraco de mais para lutar por esta
realidade, sou um mero artista, e minha tentativa de suicídio não por desejo
mas por medo em vão. Mas venho de certo dizer que não sendo uma tentativa de
suicídio hoje sou sucumbido por um poder maior que o do homem, esse conhecido
por sua capacidade de criação chega a certo ponto que se torna refém da mesma
então por meio dessa carta onde careço de força para falar que olhe para o
espelho no teto.
Quando me deparei com o espelho surpreendi-me e pude ver o negror na parte de
sua mão tomava uma forma estranha qual tentáculo de uma besta e podia sentir
que o mesmo observava-me não demorei muito a fugir louco de lá.
Era quase meia noite quando voltei para a delegacia e agora são duas da manhã
onde escrevo meu último relatório pois sinto a desgraça da vitima transcorrer
agora em minha alma.
Jornal O Globo
Investigador Machado é encontrado morto na delegacia. Suspeita-se de suicídio
nenhum outro detalhe foi liberado a imprensa, mas por meio de investigações
suspeita-se que o motivo do suicídio teria sido seu último trabalho. Nenhum
relatório foi dado e o relatório de seu último caso suspeita-se de ter sido
destruído.
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