sábado, 23 de março de 2013

Capítulo sete Controlado por completo - Nunca subestime a sua outra face a mesma pode possuir você por completo e soterra-lo.

Capítulo sete Controlado por completo - Nunca subestime a sua outra face a mesma pode possuir você por completo e soterra-lo.

Não sei qual dia é hoje e muito menos a hora, estou em um paradoxo diferente, tudo é escuro a única coisa que escuto são vozes vindas de fora, não sei nesse momento onde estou preso, sendo tudo trevas e nada mais não há muito o que dizer. Tudo que será narrado deste fato é apenas vozes, assim por final acredito que a minha outra face que agora devido a antigos conhecimentos seja assim compreendida como algo mais que uma dupla personalidade qualquer pois a mesma assumirá meu corpo por inteiro, trancafiando-me a um breu em minha própria massa cinzenta obscura.
Cerca de três dias após o acidente meu corpo acordou, mas algo que notava-se até superficialmente era a mudança vil de minha personalidade, Este em si possuía um sorriso seguro de seus atos, tão frio e terno ao mesmo tempo creio que a qualquer alma um pouco fraca fosse logo revelado para o mesmo qualquer segredos, Após dos dias de observação o mesmo foi liberado, o diagnóstico ainda estava a ser entregue, mesmo a bateria de exames sendo feitas, nada foi dito que eu pudesse ouvir.
Chamarei então pelo meu próprio nome Jhon, após ser liberado do hospital decidiu retornar a sua casa, chegou cerca de sete ou oito da noite, notavas se logo no mesmo um ar tão vil quanto de um criminoso, Após chegar foi buscar a chave com Alex, bateu na porta e aguardou.
-Jhon, Oi há quanto tempo como foi a viagem?
-Nada de mais apenas um imprevisto, nada sério
-O que aconteceu?
-Absolutamente nada, lançado um pequeno sorriso, pode-me dar as chaves?
-Ah! Sim claro espere aqui.
-Obrigado, dando um pequeno selinho.
"Alex pensando: Que diabos aconteceu?" Nesse momento deu tchau e bateu a porta
Virando-se foi para casa. Onde arrumou de uma forma metódica todos os quantos, organizando tudo em uma ordem um tanto estranha. Tão pouco deve ter dormido pois o que creio ser o raiar do sol o mesmo havia mudado drasticamente a minha casa, dando um aspecto obscuro qual da Rosa Cruz, Vários livros sobres escritores e outros fatos, Creio que o mesmo passava mais tempo bebendo, lendo e tocando o sax do que outra coisa. Tínhamos de fato agora os mesmos gostos.
Algumas horas mais tarde. Em torno de oito da noite o mesmo foi até meu antigo trabalho vingar-se. Agredindo meu antigo patrão. De uma forma ágil e misteriosa agarrou pelo pescoço quase sufocando por pouco e por muito esforço de minha pobre alma. Desregulado em um tamanho frenesi foi até o bar do Ruann onde bebeu cerca de 2 garrafas de Whysk.
-Ruann calma lá Jhon, isso não é água
-Claro, claro - respondeu em um tom de deboche
Não demorou muito até sair do bar cambaleando mas por incrível que pareça sua fúria parecia ainda maior. Volto até em casa, bêbado bateu na porta da Alex e no momento que ela abriu a agarrou beijando a força. Desesperada empurrou com força o mesmo partindo para cima dela em tamanha fúria segurando tão firme seu pescoço que podia ouvir o bater do seu coração, foi quando em um frenesi de minha alma, não sei da onde recobrei forçar e tomei meu corpo por alguns instantes afastando-me de forma violenta em encontro a parede.
Alex desesperada havia agora em sua mão uma faca, apontando em minha direção e em outro frenesi não sei explicar apenas bizarros berros:
-Você saia de mim, agora é a minha vez eu tenho o controle.
-Demônio, pare vai acabar matando alguém.
-Você é um fraco, um fardo a nosso real potencial.
Alex ainda assustada sem nada entender empunhava a faca, tão pouco demorei a levantar joguei a chave de minha casa para ela e fugi tão rápido e veloz quanto pude, de lugares em lugares, países e países. Fugi de minha alma e de minha vida, mas em vão todo lugar que fugia o mesmo apoderava-se de mim em um vil frenesi. Tão logo saberão meus destinos e tão frustrados foram.

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