Capítulo 14 - Bahugera (Seu deus agora é mais
forte sua alma e corpo logo sucumbirá)
Nesse pequeno hotel havia nada mais que moveis tão sujos e imundos que pouco
importava. Passa sentado em um completo breu agora encarando minha fera que a
cada dia tornara-se mais forte e tão forte que podia ver frente a frente, até
agora eu apenas a temia, mas a mesma nenhum sinal ameaçador deu a mim. Estava
entre três naquele quarto. Bahugera, Eu e o outro
cada um espalhado em um canto o outro temia aquele monstro mais que qualquer
outra coisa.
Todo o tempo era passado de uma forma tão exausta eu dormia uma vez na semana
por três horas temendo que algo acontece-se e o mesmo não demorou para ocorrer.
Bahugera deu o primeiro sinal um mês antes do meu vigésimo aniversário, quando
de forma voraz engoliu minha outra personalidade não sei o que acontecerá mas
aquilo instantaneamente a tornará mais forte a ponto de fazer-me teme lá mais e
mais a cada dia. Eu agora escrevia atentamente em meu braço naquela negra
ferida que com o tempo tomará meu braço por inteiro, arranco a pele com uma
navalha escrevendo escritos em latim a fim de conter a fera. Mas todo esforço
era em vão ela que nada falava, mas agora emitia urros que a minha alma compreendia
fazia temer-me cada instante de vida. Passei dois meses de minha vida
observando um monstro que crescia dentro de mim tornar-se mais forte e a cada
vez que isso acontecia o negror de meu braço aumentava em tamanha voracidade.
Primeiro a mão, depois o braço e agora cobria-me uma pequena parte do peito,
sendo que a mesma trazia uma dor tão excruciante que faltava matar-me aos
gritos. gritos tão estridentes na noite que traziam angústia até para os
infelizes que vagavam naquela viela do hotel tão escura e fatal.
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